Economia

Itaú recebe perdão de dívida de R$ 25 bi em impostos de órgão do governo federal

Screenshot_20170428-103159_1Veja a cena irônica! Enquanto o governo Temer divulga que aposentadorias vão quebrar os cofres públicos, O Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) que é o órgão do governo que julga recursos sobre cobranças de impostos, decidiu (10.abr.2017), por 5 votos a 3, que o Itaú não precisa pagar impostos no processo de fusão com o Unibanco. A decisão se refere ao processo de maior valor entre todos os que estavam no Conselho, isso significa uma derrota de R$ 25 bilhões para a Receita Federal que agora serão economizados pelos sócios do Itaú, entre eles Illan Goldfjn, o atual presidente do Banco Central. E Temer ainda quer que você acredite que os aposentados estão consumindo o dinheiro público. http://migre.me/wwt2M
Economia

Portugal está superando crise econômica sem recorrer a fórmulas de austeridade, diz Economist

Screenshot_20170417-164013_1“Se de um lado os gregos passaram a seguir à risca a cartilha da austeridade econômica – e, aos olhos do FMI, ainda não estão fazendo o suficiente para reparar a economia e minimizar a dívida – o governo português do primeiro-ministro António Costa, do Partido Socialista, no poder desde novembro de 2015, conseguiu reduzir o deficit fiscal ao mesmo tempo em que aumentou os salários e aposentadorias.
 
Portugal chegou a ensaiar um forte pacote de austeridade entre 2011 e 2014. Naquela época, Alison Roberts, repórter da BBC em Portugal, contava que o país chegou a receber ajuda de 78 bilhões euros da UE e do FMI para pagar a dívida. Em 2014, o crescimento do PIB era negativo e o desemprego chegava a 15%.
 
Costa chegou ao poder em 2015, encabeçando uma coalizão de esquerda e com a promessa de acabar com a austeridade a qualquer custo. Em menos de dois anos, o cenário passou a ser otimista. O Banco Central português estima, para 2019, redução da taxa de desemprego para 7%, enquanto as exportações devem crescer em 6%.”

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Economia

Oxe, mas num disseram que o PL da terceirização aprovado pela Câmara era bom?

E agora, o que as panelas tem a dizer sobre isso?? Melhor nem dizer nada… http://nao.usem.xyz/arnt

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Economia

Evolução do crescimento do PIB nos últimos trimestres

“Saiu o resultado do PIB de 2016. Como esperado, um desastre. Se olhado por trimestre, fica ainda mais difícil dizer que o governo Temer veio para salvar a economia. Ao contrário, parece ter piorado.”

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Economia

É esse tipo de informação que o temeroso tá tentando censurar. Isso o PiG não te mostra nem te fala.

“A reforma da Previdência Social ignora os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS. O valor da dívida equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência em 2016. Esses números, levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), não são levados em conta na reforma do governo Michel Temer.

‘O governo fala muito de déficit na Previdência, mas não leva em conta que o problema da inadimplência e do não repasse das contribuições previdenciárias ajudam a aumentá-lo. As contribuições não pagas ou questionadas na Justiça deveriam ser consideradas [na reforma]’, afirma Achilles Frias, presidente do Sindicado dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz).

A maior parte dessa dívida está concentrada na mão de poucas empresas que estão ativas. Somente 3% das companhias respondem por mais de 63% da dívida previdenciária. A procuradoria estudou e classificou essas 32.224 empresas que mais devem, e constatou que apenas 18% são extintas. A grande maioria, ou 82%, são ativas.

Na lista das empresas devedoras da Previdência, há gigantes como Bradesco, Caixa Econômica Federal, Marfrig, JBS (dona de marcas como Friboi e Swift) e Vale. Apenas essas empresas juntas devem R$ 3,9 bilhões, segundo valores atualizados em dezembro do ano passado.”

Leia a matéria no site Repórter Brasil -> http://migre.me/wbKjc
Acesse a lista dos 500 maiores devedores da Previdência (em pdf) -> http://migre.me/wbKmw

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Economia

ACREDITEM: há quem não veja vantagem na exploração de petróleo no pré-sal por parte da Petrobrás. Pior, há quem ache que a Petrobrás só dá prejuízo e que a exploração deveria ser somente feita por empresas estrangeiras.

17098319_1447751408602533_6534606415762869745_n“Do total da produção brasileira de petróleo e do gás natural, 47% foram extraídos de 73 poços do pré-sal. O volume de petróleo cresceu 14,2% em relação ao total produzido no mesmo mês em 2016; a produção de gás no pré-sal cresceu 13,1%, na comparação a 2016. O campo de Lula produziu o maior volume já registrado por um campo no Brasil. Em janeiro de 2017, campos de óleo e gás operados pela Petrobras produziram 94,2% do total. O restante foi produzido em 288 concessões, operadas por 26 empresas.”
Saiba mais: http://bit.ly/2mPyzZD

“Os dados da ANP mostram que, com o crescimento do pré-sal, cresce também a fatia de empresas estrangeiras na produção nacional de petróleo e gás. Em janeiro, empresas privadas ficaram com 21,5% do volume total produzido. As maiores fatias foram da BG Brasil (controlada pela Shell), da Repsol Sinopec e da Petrogal Brasil, todas sócias em grandes projetos do pré-sal.”
http://nao.usem.xyz/ah7l

Economia

Quem ganha com o Déficit Fiscal?

deficit-fiscal-300x219O que mais merece atenção, porém, é o que o governo e a velha mídia mais tentam ocultar. A piora se deu exatamente no período em que estaríamos, segundo a narrativa oficial, corrigindo os erros do passado, fazendo os sacrifícios necessários para entrar nos trilhos novamente. O que há de errado com esta narrativa? Por que quanto mais economizamos, mais mergulhamos em déficit e dívida? Que interesses provocam o silêncio dos jornais e das TVs? Mais importante: quais seriam as políticas alternativas? Por Antonio Martins no Outras Palavras. Leia mais em http://migre.me/vZle0

Economia

Diante de Meirelles, diretora do FMI afirma que prioridade deve ser combate à desigualdade

img_20170201_113026_193Após ouvir o ministro da Fazenda brasileiro, Henrique Meirelles, defender a necessidade de adotar reformas, como o governo Michel Temer tem feito no país, a diretora-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, afirmou que a prioridade das políticas econômicas precisa ser o combate à desigualdade social. Por Marina Wentzel para a BBC Brasil.

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Por que Temer não cobra os devedores da União, como forma de solucionar a crise fiscal brasileira?

*Dizem por aí que o déficit federal brasileiro é de R$ 170 bilhões. Mas, eles não dizem que esse valor poderia ser pago cinco vezes caso o governo federal cobrasse os seus maiores devedores.
*Segundo a própria Receita Federal, cerca de 13 mil contribuintes são responsáveis por uma dívida de, aproximadamente, R$ 900 bilhões, que inclui pessoas físicas e empresas com dívidas acimas de R$ 15 milhões.
*A dívida total é de R$ 1,8 trilhão, sendo que 22,3% são débitos previdenciários e 1,3%, do FGTS. Os números foram apresentados em audiência pública na Câmara.
*A representante da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Anelize Ruas, afirmou aos deputados da Comissão de Defesa do Consumidor que esses números revelam que o problema não é só a crise econômica. Grandes devedores simplesmente calculam que é melhor deixar de pagar o imposto e esperar um parcelamento especial.

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http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/519103-MENOS-DE-13-MIL-CONTRIBUINTES-SAO-RESPONSAVEIS-POR-DIVIDA-DE-R$-900-BILHOES-EM-TRIBUTOS.html

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Privatização: a lógica da Casa Grande

imgBig_a824cdffcee43e8aed3d7899f5ddef77OutrasPalavras – Além de deixar claro que o governo interino não tem o conjunto da sociedade como alvo de suas prioridades, a estratégia proposta não oferece nenhuma perspectiva de reequilíbrio das contas públicas no médio ou no longo prazo. As receitas geradas hoje com a venda de ativos públicos por meio de privatizações não virão novamente, além de implicarem redução de receitas futuras do governo com esses ativos (por exemplo, dividendos das empresas estatais). As concessões têm efeito similar, pois também retiram do Estado um potencial retorno com a exploração de ativos públicos. No caso brasileiro, ainda há o agravante de que muitas empresas concessionárias nem sequer pagam o que devem, como apontou Elio Gaspari.

A geração de receitas extraordinárias por meio de concessões e privatizações —os chamados desinvestimentos— é considerada, aliás, uma manobra de ilusionismo fiscal no Staff Note do FMI de 2012 intitulado “Accouting Devices and Fiscal Illusions”, conforme detalhei em 15/10/2015. Ao contrário, uma expansão de investimentos públicos e de outras despesas com alto efeito multiplicador sobre a renda e o emprego poderia elevar a arrecadação futura –direta e indiretamente–, aí, sim, estabilizando a dívida pública no longo prazo.

Na macroeconomia, restrições orçamentárias não são estáticas nem absolutas. Triste é ver um deficit dessa dimensão tão mal empregado. As escolhas de um governo preocupado apenas em manter-se no poder conspiram contra alternativas sustentáveis de enfrentamento da crise que hoje tanto aflige as famílias brasileiras. Algum demagogo de plantão, habituado a seduzir eleitores incautos pela explicação do Orçamento da União a partir da dinâmica do orçamento doméstico, poderia aproveitar-se facilmente do roteiro proposto pelo ministro para desfazer qualquer esperança da população quanto a dias melhores na economia.