Política

CUSTO A ACREDITAR QUE O RN TENHA GERADO ESTA ABERRAÇÃO POLÍTICA

18095311_1884853158404246_6086452499382796288_nNo ano de 2009, em Natal, veio a público o Escândalo do Saco Preto da Urbana, que foi denunciado pelo SINDICALISTA Fernando Lucena. A máfia contava com a participação de EMPRESAS TERCEIRIZADAS que prestavam serviços de coleta à Urbana e consistia em “salgar” o lixo: os sacos de lixo eram preenchidos com areia e água para que ficassem mais pesados.

Na época, o presidente da Urbana era Josenildo Barbosa, indicado por Rogério Marinho quando ele era presidente da Câmara Municipal de Natal. Nessa mesma época, o relatório da Comissão Especial de Investigação que apurou o Escândalo do Saco Preto da Urbana desapareceu do arquivo da Câmara Municipal de Natal.

Ah, parece que ele responde um processo no STF por super faturamento de um anexo que ele construiu na Câmara para colocar o nome do avô, e hoje o prédio estaria caindo e interditado porque está rachando.

Agora, veja abaixo o que Rogério Marinho que fazer com os trabalhadores brasileiros.

 

“O relatório de Rogério Marinho, na prática, acaba com a Justiça trabalhista, porque impede reclamações nos tribunais regionais e no Tribunal Superior do Trabalho (TST) depois que os acordos coletivos ou individuais forem fechados entre empresas e empregados. Pelo relatório, o Judiciário perde a autoridade para anular os acordos individuais, os acordos e as convenções coletivas contrárias à legislação. Com o texto de Marinho, as delegacias do Trabalho, os tribunais regionais e, em último caso, o TST teriam suas funções praticamente eliminadas.

Outro desmonte previsto no projeto do relator diz respeito à estrutura sindical. Ele propõe a criação da representação dos trabalhadores por empresa e retira das entidades sindicais a autoridade de fazer reclamações coletivas à Justiça. Com a terceirização até das atividades-fim, a proposta de Marinho acaba, na prática, com benefícios como o 13º salário, reduz significativamente as multas aplicadas às empresas que descumprirem a lei, regulamenta o teletrabalho por tarefa, e não por jornada, e dificulta o acesso dos trabalhadores às reclamações judiciais.

Segundo estudos feitos pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Marinho foi além do que o Palácio do Planalto desejava. Ele acrescentou mecanismos que eximem as empresas do recolhimento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e até da contribuição para a Previdência. Isso será possível com possibilidade de contratação temporária e a troca da carteira assinada pela terceirização dos mesmos trabalhadores que continuam prestando serviços à mesma companhia.”

http://migre.me/wuVyO

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